São Paulo – Há dois anos, os fundos imobiliários estão em alta. A queda da taxa básica de juros motivou investidores a ousar mais para achar maiores retornos. Agora, o otimismo com esse investimento ganha um novo fôlego: a promessa de recuperação do mercado de imóveis. Em 2017, o número de cotistas de fundos imobiliários cresceu 39%, de acordo com a B3.
Só entre dezembro e janeiro nesse ano, a quantidade de investidores aumentou 8% e bateu teu recorde histórico, de 125,7 1 mil cotistas. Os investidores foram atraídos pelo funcionamento dos fundos imobiliários, que valorizaram 18% nos últimos doze meses, em média. Os fundos imobiliários são recomendados como uma possibilidade pra diversificar a carteira de investimentos.
Eles são investimentos de renda versátil, contudo, desigual das ações, aplicam em imóveis ao invés corporações. O investidor compra cotas que têm participação em lojas de shoppings ou escritórios de um prédio, por exemplo. Bem como um imóvel respectivo alugado, as cotas prometem uma remuneração mensal ao investidor. Porém, o regresso dos fundos poderá ser maior, uma vez que o gestor podes diversificar os investimentos e tem acesso a grandes empreendimentos.
- Masque chiclete
- Como Otimizar O Website Para Buscas Em Dispositivos Móveis Com 6 Ferramentas
- oitenta e cinco vinte “Aprontando Na Suíte 2330”
- Almoço: camarões salteados no azeite com alho + quiabo grelhado + salada de couve flor
Outra vantagem dos fundos imobiliários é a isenção de Imposto de Renda sobre o assunto os rendimentos. Porém, a venda das cotas com lucro é taxada em 20%. Além do mais, estes fundos podem cobrar taxas de administração, gestão e performance. Segundo analistas, os fundos imobiliários imediatamente atingiram seus recordes de retorno, que o mercado aqueceu com a busca por investimentos que pagassem acima da taxa básica de juros, a Selic. A taxa sofreu 11 cortes seguidos e nos dias de hoje está em 6,75% ao ano, teu menor patamar histórico.
Com o aumento da demanda por imóveis, os preços das cotas dos fundos tendem a subir e a rentabilidade tende a se estabilizar. Entretanto, o investimento ainda tem boas experctativas para os próximos anos, com o acréscimo de aluguel de espaços em escritórios, shoppings e galpões logísticos. “A recuperação do mercado imobiliário está recém iniciando. A taxa de desocupação dos escritórios corporativos ainda é alta, de 25%, e tem muito para melhorar”, explica Arthur Vieira, especialista em fundos imobiliários e professor da Fecap. Os fundos imobiliários são uma possibilidade para quem quer doar o primeiro passo pela renda variável.
Eles são mais arriscados que a renda fixa e, consequentemente, conseguem doar regresso maior, mas não são tão voláteis quanto as ações. Porém, esses fundos servem só para diversificar investimentos ou para as pessoas que tem de uma renda mensal, como explica Roberto Indech, analista-chefe da Rico Investimentos. Para diversificar a carteira, outros investimentos assim como são capazes de ser atrativos agora, como os fundos multimercados (empreenda mais a respeito essa aplicação). Ao aplicar em fundos imobiliários, o ideal é o que investidor imediatamente tenha uma reserva financeira de segurança na renda fixa, que possa resgatar a qualquer momento. Os fundos imobiliários são investimentos de médio período, quer dizer, o investidor tem que conservar o dinheiro aplicado por, no mínimo, dois anos, para conquistar retornos atrativos.
Na hora de escolher o fundo imobiliário, os especialistas aconselham enxergar para outros fatores mais essenciais que a rentabilidade passada. Analisar o perfil dos imóveis onde o gestor investe é fundamental para escolher o fundo. “Os estreantes olham primeiro para o rendimento, contudo quanto superior o retorno, mais arriscado o fundo é.
Não se deve começar por aí”, ensina Vieira. É mais seguro investir nos setores imobiliários que precisam aquecer primeiro. A melhora do caso necessita começar por shoppings, que devem esquentar com a retomada do consumo, e por escritórios e galpões logísticos, na busca das organizações. Os retornos mais baixos necessitam vir de fundos que investem em papéis de renda fixa ligados ao setor imobiliário, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), em consequência a da queda da taxa básica de juros. No entanto, eles são respeitáveis pra diversificar a carteira do investidor. Se o fundo investe em CRIs, é necessário se avisar sobre o histórico do emissor e o teu risco de crédito.
